juniorboyrock
11-11-06, 19:12
Faixa-preta de Jiu-Jitsu, Carlão Barreto está respirando novos ares. Ao sair amigavelmente da sua ex-equipe Brazilian Top Team, Barreto está à frente da Black House, equipe formada ao lado do manager Jorge Guimarães, o Joinha. O time tem o objetivo de formar novos talentos, mas já conta no grupo com alguns medalhões da luta como Vitor Belfort, Anderson e Assúerio Silva, além de Carlão, é claro. Em entrevista exclusiva ao site TATAME, o lutador anuncia que voltará aos ringues de Vale-Tudo, provavelmente na Inglaterra e (ou) nos Estados Unidos. Saiba mais novidades de Carlão Barreto na entrevista a seguir:
Depois da sua contusão no Jungle, você decidiu parar de lutar... você ainda mantém essa posição?
Eu realmente anunciei que havia parado. Mas o Joinha me convenceu a continuar e a fazer algumas lutas antes de me aposentar. Até como forma de estimular a garotada que está integrando o Black House. Tenho planos de lutar o WFA, o Cage Rage e outros eventos que pintarem.
Fale um pouco do surgimento desta equipe.
A idéia surgiu faz um tempo. O Joinha sempre teve um sonho de ter uma equipe comigo, mas como eu fazia parte da BTT, nunca passou pela minha cabeça fazer isso. Entretanto, depois ele com o apoio do Rogério Camões e Luis Medeiros decidiram fazer um centro de treinamento profissional, de primeiro mundo, e eles nomearam de Black House. A equipe surgiu quando eu entrei na história e decidimos fazer um time, a Black House Team.
Qual a sua função dentro da equipe? Aliás, como foi sua saída da BTT?
Eu sou diretor técnico e coordenador geral da Black House. Estou bem envolvido no treinamento dos atletas... Bom, quanto à minha saída da BTT, foi feita de forma saudável e amigável. Parei de lutar faz um tempo e percebi que na BTT eles têm um grande conjunto. Vi que tinha que procurar outros desafios. Sempre fiz questão de dizer que o Murilo Bustamante é o lutador mais técnico que conheço e respeito a todos lá dentro, o Zé Mário, o Bebeo... mas tinha que procurar meu espaço.
E os lutadores da Black House? Quem são?
Bom, estamos investindo em novos talentos. Lutadores do Sudente e Nordeste de 19 a 22 anos, de 70kg, 90kg e pesados. Entre os medalhões temos o Anderson Silva, o Assuério Silva, Vitor Belfort e estamos negociando com o Katel Kubis, o Pelé (Landi). Mas nosso objetivo é a formação de atletas e fazer da Black House uma equipe sólida nos próximos três, quatro anos.
Fale um pouco da Federação de Submission do Rio...
É ligada à Federação de Luta Olímpica e às Lutas Associadas. O Submission foi instaurado faz pouco tempo e temos a incumbência de estruturar a modalidade no Brasil. Queremos fazer um circuito carioca, com regras baseadas no ADCC, mas com uma certa adaptação para os grapplers. Nosso evento é o Estadual oficial do Rio de Janeiro. Quem não está com a gente somente está contribuindo para o atraso da modalidade. Dando um passo para trás. Estamos trabalhando para o profissionalismo do Submission. Se o Jiu-Jitsu é amador, vamos tornar o Submission um esporte profissional e fazer do esporte, referência brasileira.
Falando sobre Pride... O que você achou do Paulão no Bushido?
Achei uma pena, né? Ele tinha tudo para ganhar... para mim faltou um pouco de luz. O cinturão era dele e não tenho dúvidas que ele irá se recuperar e dar a volta por cima.
E sobre a polêmica de quem deverá enfrentar o Wanderlei? Minotouro ou Arona?
O Wand é campeão e pelo que ele fez para o Brasil, só tenho a bater palmas para ele, independente da equipe ou qualquer outro fator. Agora, o Arona teve duas chances e venceu uma. Ta faltando o tira-teima. Já o Minotouro está numa excelente fase e com uma técnica apuradíssima. Então, acho que cabe a BTT decidir... mas o importante é mostrar ao público que todos os atletas que lutam lá fora estão defendendo o MMA brasileiro, e por isso devem ser respeitados.
Fonte: tatame.com.br
Depois da sua contusão no Jungle, você decidiu parar de lutar... você ainda mantém essa posição?
Eu realmente anunciei que havia parado. Mas o Joinha me convenceu a continuar e a fazer algumas lutas antes de me aposentar. Até como forma de estimular a garotada que está integrando o Black House. Tenho planos de lutar o WFA, o Cage Rage e outros eventos que pintarem.
Fale um pouco do surgimento desta equipe.
A idéia surgiu faz um tempo. O Joinha sempre teve um sonho de ter uma equipe comigo, mas como eu fazia parte da BTT, nunca passou pela minha cabeça fazer isso. Entretanto, depois ele com o apoio do Rogério Camões e Luis Medeiros decidiram fazer um centro de treinamento profissional, de primeiro mundo, e eles nomearam de Black House. A equipe surgiu quando eu entrei na história e decidimos fazer um time, a Black House Team.
Qual a sua função dentro da equipe? Aliás, como foi sua saída da BTT?
Eu sou diretor técnico e coordenador geral da Black House. Estou bem envolvido no treinamento dos atletas... Bom, quanto à minha saída da BTT, foi feita de forma saudável e amigável. Parei de lutar faz um tempo e percebi que na BTT eles têm um grande conjunto. Vi que tinha que procurar outros desafios. Sempre fiz questão de dizer que o Murilo Bustamante é o lutador mais técnico que conheço e respeito a todos lá dentro, o Zé Mário, o Bebeo... mas tinha que procurar meu espaço.
E os lutadores da Black House? Quem são?
Bom, estamos investindo em novos talentos. Lutadores do Sudente e Nordeste de 19 a 22 anos, de 70kg, 90kg e pesados. Entre os medalhões temos o Anderson Silva, o Assuério Silva, Vitor Belfort e estamos negociando com o Katel Kubis, o Pelé (Landi). Mas nosso objetivo é a formação de atletas e fazer da Black House uma equipe sólida nos próximos três, quatro anos.
Fale um pouco da Federação de Submission do Rio...
É ligada à Federação de Luta Olímpica e às Lutas Associadas. O Submission foi instaurado faz pouco tempo e temos a incumbência de estruturar a modalidade no Brasil. Queremos fazer um circuito carioca, com regras baseadas no ADCC, mas com uma certa adaptação para os grapplers. Nosso evento é o Estadual oficial do Rio de Janeiro. Quem não está com a gente somente está contribuindo para o atraso da modalidade. Dando um passo para trás. Estamos trabalhando para o profissionalismo do Submission. Se o Jiu-Jitsu é amador, vamos tornar o Submission um esporte profissional e fazer do esporte, referência brasileira.
Falando sobre Pride... O que você achou do Paulão no Bushido?
Achei uma pena, né? Ele tinha tudo para ganhar... para mim faltou um pouco de luz. O cinturão era dele e não tenho dúvidas que ele irá se recuperar e dar a volta por cima.
E sobre a polêmica de quem deverá enfrentar o Wanderlei? Minotouro ou Arona?
O Wand é campeão e pelo que ele fez para o Brasil, só tenho a bater palmas para ele, independente da equipe ou qualquer outro fator. Agora, o Arona teve duas chances e venceu uma. Ta faltando o tira-teima. Já o Minotouro está numa excelente fase e com uma técnica apuradíssima. Então, acho que cabe a BTT decidir... mas o importante é mostrar ao público que todos os atletas que lutam lá fora estão defendendo o MMA brasileiro, e por isso devem ser respeitados.
Fonte: tatame.com.br