Marcio Brabo JJ
04-11-06, 18:20
Fonte: Gracie Mag
Wallid Ismail está no olho do furacão, mas isso não é novo. Seja fazendo contatos para o próximo Jungle, seja conversando com autoridades no Rio de Janeiro sobre a situação do MMA no estado, o amazonense está de mangas arregaçadas. E, no primeiro encontro de Ronaldo Jacaré com Randy Couture, para promover a luta de submission entre os dois no X-Mission, em Los Angeles, adivinha quem está lá? Ele, Wallid.
“Couture está atuando num filme e aparecemos no set para a promoção do evento do Rico Chiaparelli. Será uma luta histórica. Couture é quase 15kg mais pesado, mas não adianta ficar pensando se a regra ou o tempo (dois rounds de 4 minutos) favorece este ou aquele. Jacaré vai mostrar que o Jiu-Jitsu é excepcional, contra um dos maiores campeões do MMA, um astro do wrestling. Jacaré está à vontade, nós caboclos temos o dom de nos adaptarmos a qualquer lugar”, brinca Ismail. “As pessoas devem me achar louco, faz isso, faz aquilo, está aqui, vai lá longe. Mas minha vida é isso: sempre acreditar na luta, estar 100% envolvido. Fui eu que fechei a luta para o Jacaré. Quando eu dizia que nosso esporte um dia seria mais popular que o futebol, muitos riam. Agora, aqui nos EUA, o MMA é o esporte número um de audiência nas faixas de 18 a 34 anos.”
Wallid comentou com o GRACIEMAG.com sobre o veto do prefeito Cesar Maia à liberação do MMA no Rio. “O Jungle Fight 7 já estava formalizado para ocorrer no Rio e o veto nos atrapalhou. Mas tenho conversado com José Moraes e soube que Brizola Neto está trabalhando firme, e em vinte dias teremos uma bela novidade por aí. O veto pode cair já mês que vem”, vibra. “O importante é que os lutadores saibam quem ajuda o esporte, quem são nossos representantes. É o caso do Brizola Neto, Arthur Virgílio Neto, Marcelo Itagiba, Marcelo Serafim e Omar Assis, no Amazonas. São políticos que vêem o lutador como atletas, que entendem o reconhecimento que temos, aqui, no Japão ou nos EUA.”
O veto mal abala Wallid, que recebeu boa proposta de um empresário esloveno para organizar o primeiro Jungle Fight em solo estrangeiro. A bola da vez é a Europa. “O Jungle Fight 7 – Invadindo a Europa será em dezembro, e contará com a primeira disputa de título do Jungle Fight. O Jacaré vai disputar o cinturão até 83kg com um estrangeiro que ainda estamos para confirmar”, conclui soltando a bomba.
Wallid Ismail está no olho do furacão, mas isso não é novo. Seja fazendo contatos para o próximo Jungle, seja conversando com autoridades no Rio de Janeiro sobre a situação do MMA no estado, o amazonense está de mangas arregaçadas. E, no primeiro encontro de Ronaldo Jacaré com Randy Couture, para promover a luta de submission entre os dois no X-Mission, em Los Angeles, adivinha quem está lá? Ele, Wallid.
“Couture está atuando num filme e aparecemos no set para a promoção do evento do Rico Chiaparelli. Será uma luta histórica. Couture é quase 15kg mais pesado, mas não adianta ficar pensando se a regra ou o tempo (dois rounds de 4 minutos) favorece este ou aquele. Jacaré vai mostrar que o Jiu-Jitsu é excepcional, contra um dos maiores campeões do MMA, um astro do wrestling. Jacaré está à vontade, nós caboclos temos o dom de nos adaptarmos a qualquer lugar”, brinca Ismail. “As pessoas devem me achar louco, faz isso, faz aquilo, está aqui, vai lá longe. Mas minha vida é isso: sempre acreditar na luta, estar 100% envolvido. Fui eu que fechei a luta para o Jacaré. Quando eu dizia que nosso esporte um dia seria mais popular que o futebol, muitos riam. Agora, aqui nos EUA, o MMA é o esporte número um de audiência nas faixas de 18 a 34 anos.”
Wallid comentou com o GRACIEMAG.com sobre o veto do prefeito Cesar Maia à liberação do MMA no Rio. “O Jungle Fight 7 já estava formalizado para ocorrer no Rio e o veto nos atrapalhou. Mas tenho conversado com José Moraes e soube que Brizola Neto está trabalhando firme, e em vinte dias teremos uma bela novidade por aí. O veto pode cair já mês que vem”, vibra. “O importante é que os lutadores saibam quem ajuda o esporte, quem são nossos representantes. É o caso do Brizola Neto, Arthur Virgílio Neto, Marcelo Itagiba, Marcelo Serafim e Omar Assis, no Amazonas. São políticos que vêem o lutador como atletas, que entendem o reconhecimento que temos, aqui, no Japão ou nos EUA.”
O veto mal abala Wallid, que recebeu boa proposta de um empresário esloveno para organizar o primeiro Jungle Fight em solo estrangeiro. A bola da vez é a Europa. “O Jungle Fight 7 – Invadindo a Europa será em dezembro, e contará com a primeira disputa de título do Jungle Fight. O Jacaré vai disputar o cinturão até 83kg com um estrangeiro que ainda estamos para confirmar”, conclui soltando a bomba.