marionetoo
31-10-07, 10:51
http://www.tatame.com.br/imagensup/7575/1193681705.m.jpg
Rogério Gavazza trabalha com organização de eventos há mais de 15 anos. Proprietário da academia Gavazza, fundada em maio de 1986, Rogério é faixa preta de Judô e Jiu-Jitsu, formado em Educação Física pela UGF e pós-graduado em Judô pela UFRJ. Depois de dois anos trabalhando na seletiva Nacional para o ADCC 2007 e o Brasileiro de Luta Olímpica em 2006, Gavazza volta a realizar a tradicional Copa Gavazza. A 11ª edição da competição ocorre nos dias 10 e 11 de novembro no clube Municipal na cidade do Rio de Janeiro.
Como surgiu a idéia de realizar a Copa Gavazza?
Durante 10 anos a Copa Atlântico Sul foi o evento tradicional do Jiu-Jitsu carioca, depois da ida do Marcus Vinicius de Lucia, organizador do evento, para os Estados Unidos, percebi que o mercado ficou carente e achei uma excelente idéia colocar o meu projeto para frente. Foi aí que surgiu a Copa Gavazza, em 92. Já na sua terceira edição, ela passou a ser um dos eventos mais disputados no Rio de Janeiro.
Vários nomes do Jiu-Jitsu já participaram de outras etapas da Copa Gavazza...
A partir de 94, tivemos grandes atletas como o Cabelinho, Robson Moura, o Leo Leite, ainda juvenil, o Roan Jucão, o Renato Charuto, Vitor Shaolin, Rodrigo Comprido, Thales Leites e muitos outros. Na terceira edição tivemos o Rafael Carino, ainda na faixa roxa, o Chico Melo era juvenil nas primeiras edições e foi destaque na terceira edição, ele e o Leonardo Leite. Nesta edição foi realizada uma Super Luta entre João Roque e Garcia D'Ávila com bolsa de R$ 1.500,00. Esta competição teve uma grande divulgação, inclusive na rádio Transamérica. A Copa Gavazza tem um glamour diferente.
Como você está trabalhando a parte de divulgação do evento?
Conto com a TATAME, que é a principal mídia, e sempre trago as mídias de fora. Esse ano vem Jornal dos Sports, Jornal O Povo e o Premier Combate. Acredito que essa edição consigamos passar na TV Record o evento de luta casada e o GP Rio Black Belt.
Você criou um sistema de pontuação para professores. Como funciona isso?
Criei esse sistema para beneficiar os professores. O professor trabalha o ano inteiro preparando seus atletas, fica a disposição deles no sábado e domingo do evento e não ganha nada. Mesmo que seja prazer estar ali com os atletas, é um desgaste. Então tive a idéia de fazer esse esquema de pontuação e a cada 10 inscritos, o professor acumula pontos e recebe prêmios: kimonos, kits dos patrocinadores, assinatura da revista TATAME e outros. Com isso os professores podem, por exemplo, utilizar alguns desses brindes para sortear entre seus atletas.
Qual é a maior dificuldade para organizar evento de Jiu-Jitsu no Rio?
Respeitar o prazo de inscrição, esse é o problema crítico que ocorre na maioria dos eventos. Como são todos amigos, conhecidos no meio, querem se inscrever em cima da hora. Assim, fica mais difícil organizar o cronograma. Acho que todos que estão envolvidos, atletas, professores, organização etc, têm que ter a preocupação em ser profissional. Não adianta fazer tudo errado e na hora querer exigir um campeonato excelente. Para evitar esse problema, os brindes e premiações, que estou oferecendo para os professores só valem para inscrições até o dia 2 de novembro. Assim o evento sairá como o programado. Esses brindes são mais um estímulo para o professor inscrever os alunos no prazo.
E a questão dos patrocínios?
Existe grande dificuldade de captar recursos, todos os eventos passam por esse problema. Mas as empresas entram quando existe divulgação e trabalho. Fazer um evento com uma produção maior, o que eu acho importante, é mais difícil, mas aos poucos chegamos ao patamar que queremos. Nessa edição da Copa Gavazza, consegui atrair a Mineirinho refrigerantes, marca que acreditou no projeto e está investindo no Jiu-Jitsu. Ainda contamos com a parceria da Vitamins&Minerals, Xdreams, CNA, Quimonos Seishin, Rand e JetPower. Cabe a nós fazermos um bom evento e mantermos os patrocinadores para o próximo ano.
Quais os planos para o próximo ano?
Estou pretendendo fazer um circuito. O atleta gosta de ser ranqueado e no final do ano ter uma grande festa com premiação e confraternização. O evento desse ano tem tudo para abrir as portas para o ano que vem. Não só para atrair novas empresas a investirem em nosso esporte, mas também professores e atletas, que são a alma de qualquer evento. Vou fazer um trabalho de projeção e divulgação não só dos atletas, mas também das equipes. A minha visão, é que as competições deveriam ter sempre uma novidade, a cada edição fosse realizada uma atração a mais, criando expectativa para a próxima etapa. Estamos esperando virar 2008 e vamos trabalhar duro para desenvolver esse projeto.
Fonte - Tatame (http://www.tatame.com.br/2007/10/29/Rogerio-Gavazza)
Rogério Gavazza trabalha com organização de eventos há mais de 15 anos. Proprietário da academia Gavazza, fundada em maio de 1986, Rogério é faixa preta de Judô e Jiu-Jitsu, formado em Educação Física pela UGF e pós-graduado em Judô pela UFRJ. Depois de dois anos trabalhando na seletiva Nacional para o ADCC 2007 e o Brasileiro de Luta Olímpica em 2006, Gavazza volta a realizar a tradicional Copa Gavazza. A 11ª edição da competição ocorre nos dias 10 e 11 de novembro no clube Municipal na cidade do Rio de Janeiro.
Como surgiu a idéia de realizar a Copa Gavazza?
Durante 10 anos a Copa Atlântico Sul foi o evento tradicional do Jiu-Jitsu carioca, depois da ida do Marcus Vinicius de Lucia, organizador do evento, para os Estados Unidos, percebi que o mercado ficou carente e achei uma excelente idéia colocar o meu projeto para frente. Foi aí que surgiu a Copa Gavazza, em 92. Já na sua terceira edição, ela passou a ser um dos eventos mais disputados no Rio de Janeiro.
Vários nomes do Jiu-Jitsu já participaram de outras etapas da Copa Gavazza...
A partir de 94, tivemos grandes atletas como o Cabelinho, Robson Moura, o Leo Leite, ainda juvenil, o Roan Jucão, o Renato Charuto, Vitor Shaolin, Rodrigo Comprido, Thales Leites e muitos outros. Na terceira edição tivemos o Rafael Carino, ainda na faixa roxa, o Chico Melo era juvenil nas primeiras edições e foi destaque na terceira edição, ele e o Leonardo Leite. Nesta edição foi realizada uma Super Luta entre João Roque e Garcia D'Ávila com bolsa de R$ 1.500,00. Esta competição teve uma grande divulgação, inclusive na rádio Transamérica. A Copa Gavazza tem um glamour diferente.
Como você está trabalhando a parte de divulgação do evento?
Conto com a TATAME, que é a principal mídia, e sempre trago as mídias de fora. Esse ano vem Jornal dos Sports, Jornal O Povo e o Premier Combate. Acredito que essa edição consigamos passar na TV Record o evento de luta casada e o GP Rio Black Belt.
Você criou um sistema de pontuação para professores. Como funciona isso?
Criei esse sistema para beneficiar os professores. O professor trabalha o ano inteiro preparando seus atletas, fica a disposição deles no sábado e domingo do evento e não ganha nada. Mesmo que seja prazer estar ali com os atletas, é um desgaste. Então tive a idéia de fazer esse esquema de pontuação e a cada 10 inscritos, o professor acumula pontos e recebe prêmios: kimonos, kits dos patrocinadores, assinatura da revista TATAME e outros. Com isso os professores podem, por exemplo, utilizar alguns desses brindes para sortear entre seus atletas.
Qual é a maior dificuldade para organizar evento de Jiu-Jitsu no Rio?
Respeitar o prazo de inscrição, esse é o problema crítico que ocorre na maioria dos eventos. Como são todos amigos, conhecidos no meio, querem se inscrever em cima da hora. Assim, fica mais difícil organizar o cronograma. Acho que todos que estão envolvidos, atletas, professores, organização etc, têm que ter a preocupação em ser profissional. Não adianta fazer tudo errado e na hora querer exigir um campeonato excelente. Para evitar esse problema, os brindes e premiações, que estou oferecendo para os professores só valem para inscrições até o dia 2 de novembro. Assim o evento sairá como o programado. Esses brindes são mais um estímulo para o professor inscrever os alunos no prazo.
E a questão dos patrocínios?
Existe grande dificuldade de captar recursos, todos os eventos passam por esse problema. Mas as empresas entram quando existe divulgação e trabalho. Fazer um evento com uma produção maior, o que eu acho importante, é mais difícil, mas aos poucos chegamos ao patamar que queremos. Nessa edição da Copa Gavazza, consegui atrair a Mineirinho refrigerantes, marca que acreditou no projeto e está investindo no Jiu-Jitsu. Ainda contamos com a parceria da Vitamins&Minerals, Xdreams, CNA, Quimonos Seishin, Rand e JetPower. Cabe a nós fazermos um bom evento e mantermos os patrocinadores para o próximo ano.
Quais os planos para o próximo ano?
Estou pretendendo fazer um circuito. O atleta gosta de ser ranqueado e no final do ano ter uma grande festa com premiação e confraternização. O evento desse ano tem tudo para abrir as portas para o ano que vem. Não só para atrair novas empresas a investirem em nosso esporte, mas também professores e atletas, que são a alma de qualquer evento. Vou fazer um trabalho de projeção e divulgação não só dos atletas, mas também das equipes. A minha visão, é que as competições deveriam ter sempre uma novidade, a cada edição fosse realizada uma atração a mais, criando expectativa para a próxima etapa. Estamos esperando virar 2008 e vamos trabalhar duro para desenvolver esse projeto.
Fonte - Tatame (http://www.tatame.com.br/2007/10/29/Rogerio-Gavazza)