Marcio Brabo JJ
10-09-06, 22:44
A seleção brasileira masculina de judô está reunida desde a última quarta-feira no Clube Militar, no Rio de Janeiro, na última semana de treinos antes do embarque para Paris, onde disputa no dia 17 o Campeonato Mundial por Equipes. Dono de 12 medalhas olímpicas e 15 pódios em Mundiais sênior, sem contar a prata no Mundial por Equipes de 1998, o Brasil enfrentará as principais forças do judô, representantes dos cinco continentes: Argélia, Coréia, Cuba, Egito, França, Geórgia, Holanda, Hungria, Israel, Japão, Mongólia, Rússia, Tunísia e Oceania.
“O Brasil está entre os sete favoritos para conquistar uma medalha. Tomara que lutemos bem e tenhamos sorte para ser uma das quatro seleções no pódio”, diz Flavio Canto, ao lado de Daniel Hernandes, o único remanescente da equipe medalha de prata em 1998, na Bielorússia.
No Mundial por Equipes, os países são agrupados em chaves, no sistema eliminatório com repescagem olímpica (os perdedores para os semifinalistas disputam a repescagem para chegar ao bronze). Em cada confronto, há luta nas sete categorias de peso, do ligeiro ao pesado, podendo o combate terminar empatado. Avança à rodada seguinte o país que conseguir maior número de vitórias na série.
“Em competição por equipes a união é fundamental. É a hora em que podemos sonhar juntos e vencer juntos. Dependemos uns dos outros”, diz Flavio Canto.
Daí a importância desta última semana de treinos no Rio de Janeiro, sob orientação do técnico Luiz Shinohara e em companhia dos titulares das seleções júnior (em preparação para o Mundial Júnior, em outubro) e sub-26 (treinando para os Jogos Sul-Americanos, em novembro).
“Nessa reta final antes do Mundial, o importante é não apenas unir o grupo e polir uma ou outra técnica, mas também manter o grupo concentrado no mesmo objetivo”, afirma Leandro Guilheiro.
“É hora de ficarmos mais juntos, trocando informações sobre os adversários e também conversando para relaxar. Nesse momento, tão importante quanto treinar é descansar a cabeça e o corpo”, acredita Daniel Hernandes.
“O Brasil está entre os sete favoritos para conquistar uma medalha. Tomara que lutemos bem e tenhamos sorte para ser uma das quatro seleções no pódio”, diz Flavio Canto, ao lado de Daniel Hernandes, o único remanescente da equipe medalha de prata em 1998, na Bielorússia.
No Mundial por Equipes, os países são agrupados em chaves, no sistema eliminatório com repescagem olímpica (os perdedores para os semifinalistas disputam a repescagem para chegar ao bronze). Em cada confronto, há luta nas sete categorias de peso, do ligeiro ao pesado, podendo o combate terminar empatado. Avança à rodada seguinte o país que conseguir maior número de vitórias na série.
“Em competição por equipes a união é fundamental. É a hora em que podemos sonhar juntos e vencer juntos. Dependemos uns dos outros”, diz Flavio Canto.
Daí a importância desta última semana de treinos no Rio de Janeiro, sob orientação do técnico Luiz Shinohara e em companhia dos titulares das seleções júnior (em preparação para o Mundial Júnior, em outubro) e sub-26 (treinando para os Jogos Sul-Americanos, em novembro).
“Nessa reta final antes do Mundial, o importante é não apenas unir o grupo e polir uma ou outra técnica, mas também manter o grupo concentrado no mesmo objetivo”, afirma Leandro Guilheiro.
“É hora de ficarmos mais juntos, trocando informações sobre os adversários e também conversando para relaxar. Nesse momento, tão importante quanto treinar é descansar a cabeça e o corpo”, acredita Daniel Hernandes.