galo
03-10-06, 15:52
Conhecido mundialmente, Marfio Canolleti, lutador de Muay Thai na categoria peso médio, sai dos ringues reais e entra de cabeça no mundo virtual dos games.
por Renata Honorato
Depois das estrelas do futebol invadirem com grande estilo títulos como Winning Eleven e FIFA, chegou a vez de um outro atleta brasileiro ganhar espaço nos jogos eletrônicos. Marfio Canolleti, catarinense de 27 anos, é um reconhecido lutador de Muay Thai e desde o ano passado faz parte do line up de personagens de K1 – World Max, franquia da japonesa D3 Publisher.
“O pessoal que desenvolveu o game procurou o meu empresário para falar sobre a proposta”, explica Canolleti sobre o primeiro contato da D3. E como será jogar com “um eu virtual”? O atleta ressalta que a experiência de se ver na tela, em formato de pixels, é bem estranha no começo. Ainda segundo ele, pior do que virar personagem de um jogo é explicar para os amigos a situação: “Como o evento [K1 – World Max] não é conhecido no Brasil é complicado convencer o pessoal de que a história é real. No inicio ninguém acredita”, ressalta.
Toda a mecânica do game e os movimentos do lutador foram capturados por meio de vídeos, nos quais Canolleti aparece em ação. De acordo com ele, os golpes reproduzem exatamente sua atuação nos ringues. Como o Muay Thai é uma espécie de vale-tudo, características pessoais de cada atleta foram levadas em conta: “No meu caso é fácil notar um melhor desempenho nos golpes de boxe”, explica.
Embora sua “especialidade” não seja futebol, Canolleti confessa que é fã de consoles e de games de outros gêneros. Entre seus títulos prediletos está a paixão nacional Winning Eleven.
Esse tal de K1 – World Max...
É claro que não poderíamos perder a oportunidade de “conhecer” o game. Apesar de seus gráficos pouco definidos e de sua jogabilidade ineficaz, testar o título vale a pena pela pancadaria e, evidentemente, pelo gritinho bizarro da japonesa que apresenta os jogadores.
Os comandos não respondem muito bem, mas após alguns minutinhos de jogatina é possível “pegar o jeito” da coisa. Como o game é baseado em uma modalidade real, não existem magias e afins; os combos representam fielmente os golpes dos lutadores.
Embora não tenha sido lançado na América do Norte, o idioma japonês não atrapalha o aproveitamento do jogador; os menus estão em inglês e a usabilidade está dentro do esperado, ou seja, a disposição dos botões é bastante intuitiva.
A mais recente versão de K1 – World Max, título da D3 Publisher, foi lançada em 2005.
http://arenaig.ig.com.br/materias/392501-393000/392728/392728_1.html
por Renata Honorato
Depois das estrelas do futebol invadirem com grande estilo títulos como Winning Eleven e FIFA, chegou a vez de um outro atleta brasileiro ganhar espaço nos jogos eletrônicos. Marfio Canolleti, catarinense de 27 anos, é um reconhecido lutador de Muay Thai e desde o ano passado faz parte do line up de personagens de K1 – World Max, franquia da japonesa D3 Publisher.
“O pessoal que desenvolveu o game procurou o meu empresário para falar sobre a proposta”, explica Canolleti sobre o primeiro contato da D3. E como será jogar com “um eu virtual”? O atleta ressalta que a experiência de se ver na tela, em formato de pixels, é bem estranha no começo. Ainda segundo ele, pior do que virar personagem de um jogo é explicar para os amigos a situação: “Como o evento [K1 – World Max] não é conhecido no Brasil é complicado convencer o pessoal de que a história é real. No inicio ninguém acredita”, ressalta.
Toda a mecânica do game e os movimentos do lutador foram capturados por meio de vídeos, nos quais Canolleti aparece em ação. De acordo com ele, os golpes reproduzem exatamente sua atuação nos ringues. Como o Muay Thai é uma espécie de vale-tudo, características pessoais de cada atleta foram levadas em conta: “No meu caso é fácil notar um melhor desempenho nos golpes de boxe”, explica.
Embora sua “especialidade” não seja futebol, Canolleti confessa que é fã de consoles e de games de outros gêneros. Entre seus títulos prediletos está a paixão nacional Winning Eleven.
Esse tal de K1 – World Max...
É claro que não poderíamos perder a oportunidade de “conhecer” o game. Apesar de seus gráficos pouco definidos e de sua jogabilidade ineficaz, testar o título vale a pena pela pancadaria e, evidentemente, pelo gritinho bizarro da japonesa que apresenta os jogadores.
Os comandos não respondem muito bem, mas após alguns minutinhos de jogatina é possível “pegar o jeito” da coisa. Como o game é baseado em uma modalidade real, não existem magias e afins; os combos representam fielmente os golpes dos lutadores.
Embora não tenha sido lançado na América do Norte, o idioma japonês não atrapalha o aproveitamento do jogador; os menus estão em inglês e a usabilidade está dentro do esperado, ou seja, a disposição dos botões é bastante intuitiva.
A mais recente versão de K1 – World Max, título da D3 Publisher, foi lançada em 2005.
http://arenaig.ig.com.br/materias/392501-393000/392728/392728_1.html