Marcio Brabo JJ
12-09-06, 07:49
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Uma luta e uma vitória em 49 segundos. Esse é o saldo de Anderson Silva no Ultimate Fight Night, evento do UFC em parceria com a Spike TV. Depois dessa brilhante vitória, o craque do Muay Thai se credenciou como um dos grandes nomes da categoria e assim como a sua vitória, a sua convocação para a disputa de cinturão contra Rich Franklin também foi relâmpago.
- Trabalhei muito para isso. Se apareceu é porque eu mereço. Tenho uma história no MMA. Sempre fiz um trabalho legal, com perseverança e provei que podia disputar o cinturão. Acho que tudo que eu já fiz no MMA me credenciou para essa disputa de cinturão do UFC - declarou Anderson, que encara Franklin no UFC 64 no dia 14 de outubro.
O curitibano não conhece o jogo de Franklin, mas aposta no seu estilo para trazer o cinturão para o Brasil. 'Sei que ele é o campeão e isso tem que respeitar. Não conheço o histórico dele, então o negócio é bola no chão e ir com calma para chegar lá e fazer o meu trabalho. Não costumo estudar meus adversários, deixo isso para os meus treinadores, mas acredito que o forte dele seja em pé. Se a luta for para o chão eu vou estar pronto para ver se a minha faixa-preta está em dia. Mas acho que essa luta não vai para o chão', aposta Anderson.
Uma luta e uma vitória em 49 segundos. Esse é o saldo de Anderson Silva no Ultimate Fight Night, evento do UFC em parceria com a Spike TV. Depois dessa brilhante vitória, o craque do Muay Thai se credenciou como um dos grandes nomes da categoria e assim como a sua vitória, a sua convocação para a disputa de cinturão contra Rich Franklin também foi relâmpago.
- Trabalhei muito para isso. Se apareceu é porque eu mereço. Tenho uma história no MMA. Sempre fiz um trabalho legal, com perseverança e provei que podia disputar o cinturão. Acho que tudo que eu já fiz no MMA me credenciou para essa disputa de cinturão do UFC - declarou Anderson, que encara Franklin no UFC 64 no dia 14 de outubro.
O curitibano não conhece o jogo de Franklin, mas aposta no seu estilo para trazer o cinturão para o Brasil. 'Sei que ele é o campeão e isso tem que respeitar. Não conheço o histórico dele, então o negócio é bola no chão e ir com calma para chegar lá e fazer o meu trabalho. Não costumo estudar meus adversários, deixo isso para os meus treinadores, mas acredito que o forte dele seja em pé. Se a luta for para o chão eu vou estar pronto para ver se a minha faixa-preta está em dia. Mas acho que essa luta não vai para o chão', aposta Anderson.